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Simulador de Financiamento Imobiliário 2026

Descubra se o imóvel cabe no seu orçamento e quanto custa de fato o financiamento imobiliário em 2026, incluindo juros, seguros (MIP + DFI), taxa administrativa e CET. Informe valor do imóvel, entrada, FGTS, prazo e sistema de amortização (SAC ou Price) — a ferramenta calcula parcela inicial, total pago e verifica se a parcela não passa de 30% da renda.

Dados do Imóvel

20,0% do valor do imóvel

Valor financiado: R$ 370.000,00

LTV: 74,0%

Condições do Financiamento

Equivalente a 0,8355% ao mês

30 anos e 0 meses

Sistema de amortização

Capacidade de Pagamento

Comprometimento: 42,2% ⚠ acima de 30%

Correção Monetária

Aplica índice mensal ao saldo devedor (TR, IPCA, poupança). Valores projetados assumem índice constante — na prática, varia mês a mês.

Resumo

Atenção:

  • A primeira parcela compromete 42,2% da renda. Bancos costumam limitar a 30%.

Primeira parcela

R$ 4.224,19

Última parcela

R$ 1.141,37

Total de juros

R$ 557.999,07

Total pago ao banco

R$ 965.799,07

Seguros totais

R$ 28.800,00

Taxa admin. total

R$ 9.000,00

Custo total (incluindo entrada + FGTS)

R$ 1.095.799,07

CET aproximado: 0,875% ao mês

Composição das parcelas (anual)

Tabela de amortização

Detalhamento mês a mês do financiamento
MêsParcelaJurosAmort.Total c/ segurosSaldo
1R$ 4.119,19R$ 3.091,41R$ 1.027,78R$ 4.224,19R$ 368.972,22
2R$ 4.110,60R$ 3.082,82R$ 1.027,78R$ 4.215,60R$ 367.944,44
3R$ 4.102,01R$ 3.074,23R$ 1.027,78R$ 4.207,01R$ 366.916,67
4R$ 4.093,42R$ 3.065,65R$ 1.027,78R$ 4.198,42R$ 365.888,89
5R$ 4.084,84R$ 3.057,06R$ 1.027,78R$ 4.189,84R$ 364.861,11
6R$ 4.076,25R$ 3.048,47R$ 1.027,78R$ 4.181,25R$ 363.833,33
7R$ 4.067,66R$ 3.039,88R$ 1.027,78R$ 4.172,66R$ 362.805,56
8R$ 4.059,07R$ 3.031,30R$ 1.027,78R$ 4.164,07R$ 361.777,78
9R$ 4.050,49R$ 3.022,71R$ 1.027,78R$ 4.155,49R$ 360.750,00
10R$ 4.041,90R$ 3.014,12R$ 1.027,78R$ 4.146,90R$ 359.722,22
11R$ 4.033,31R$ 3.005,54R$ 1.027,78R$ 4.138,31R$ 358.694,44
12R$ 4.024,73R$ 2.996,95R$ 1.027,78R$ 4.129,73R$ 357.666,67

Como funciona o financiamento imobiliário no Brasil

O financiamento imobiliário é um crédito de longo prazo, garantido pela alienação fiduciária do próprio imóvel — ou seja, a casa fica em nome do banco até a quitação da última parcela. Isso reduz o risco para o credor e permite taxas de juros bem mais baixas do que em outras modalidades de crédito pessoal.

Esse mercado se divide em três grandes sistemas no Brasil, cada um com regras próprias:

  • SFH (Sistema Financeiro da Habitação): imóveis até R$ 1,5 milhão em 2026, taxa regulada, uso de FGTS permitido, LTV máximo de 80%.
  • SFI (Sistema Financeiro Imobiliário): imóveis de qualquer valor, taxas livres de mercado, sem uso de FGTS, sem limite de LTV.
  • Minha Casa Minha Vida: programa social para famílias com renda de até R$ 8.000/mês, com juros subsidiados e entrada reduzida.

Como simular o financiamento imobiliário passo a passo

A simulação é a única forma confiável de saber se o imóvel cabe no seu orçamento. Bancos normalmente só liberam a proposta oficial depois de aprovação de crédito, mas você pode fazer a conta com ferramenta independente antes de iniciar o processo formal:

  1. Informe o valor total do imóvel. Coloque o valor de compra antes de qualquer desconto ou negociação. É a partir desse valor que o banco calcula o LTV e define se o financiamento cabe no SFH ou SFI.
  2. Defina entrada e FGTS. Informe quanto você vai pagar à vista em dinheiro e quanto pretende usar do FGTS. A soma dos dois precisa ser no mínimo 20% do valor do imóvel para aprovação pelo SFH.
  3. Escolha prazo e sistema de amortização. Prazo pode ir de 60 a 420 meses (5 a 35 anos). SAC é padrão no Brasil para imóveis (parcelas decrescentes, menos juros); Price tem parcelas fixas (mais previsível, mais caro).
  4. Informe a taxa de juros ao mês. A partir da taxa anual do banco (geralmente entre 10% e 13% a.a. em 2026), a taxa mensal aproximada é (1 + anual)^(1/12) − 1. Ou pegue direto a simulação oficial do banco.
  5. Adicione seguros (MIP + DFI) e taxa administrativa. Consulte os valores na simulação do banco. MIP+DFI somam tipicamente R$ 50 a R$ 200/mês; taxa admin entre R$ 20 e R$ 50. Esses custos entram no CET, mas não amortizam o saldo.
  6. Confira parcela, CET e comprometimento de renda. A ferramenta mostra a primeira parcela (mais alta no SAC), a última, o CET anual e o percentual da renda que a parcela representa. Se passar de 30%, aumente a entrada ou estenda o prazo.

SFH × SFI × Minha Casa Minha Vida: qual é o seu enquadramento

O sistema de financiamento define o teto de valor do imóvel, as regras de uso de FGTS e o intervalo de taxas permitido. Entender em qual sistema você se encaixa é o primeiro passo antes de escolher o banco:

Critério SFH SFI Minha Casa Minha Vida
Valor máximo do imóvel R$ 1,5 milhão Sem limite R$ 350 mil (varia por faixa e região)
LTV máximo (% financiado) 80% Livre (tipicamente 80%) Até 90%
Taxa de juros (2026) ~9% a 12% a.a. ~11% a 14% a.a. ~4,5% a 9% a.a.
Uso de FGTS Sim Não Sim (integral)
Renda familiar exigida Livre Livre Até R$ 8.000/mês
Prazo máximo 35 anos 35 anos 30 anos

Se você tem renda familiar abaixo de R$ 8.000 e quer comprar um imóvel até R$ 350 mil, o MCMV normalmente é a melhor opção — juros bem menores compensam qualquer custo adicional. Acima disso, o SFH é o caminho natural.

SAC × Price: qual sistema escolher

Os dois sistemas são matematicamente equivalentes — você devolve o mesmo principal em dois jeitos diferentes de distribuir os juros ao longo do tempo. A diferença está na cara da parcela:

  • SAC: amortização constante. Parcelas decrescentes (começam mais altas, terminam mais baixas). Total de juros menor.
  • Price: prestação constante. Parcelas fixas do início ao fim. Total de juros maior.

Para ilustrar, considere um financiamento de R$ 400.000 a 11% a.a. em 360 meses:

Métrica SAC Price
1ª parcela ~R$ 4.600 ~R$ 3.810
Última parcela ~R$ 1.120 ~R$ 3.810
Total de juros R$ 631 mil R$ 972 mil
Economia no SAC ~R$ 340 mil

No Brasil, ~95% dos financiamentos imobiliários usam SAC. Se você quer comparar os dois em detalhe para o seu caso específico, use o simulador de amortização — ele mostra a evolução mensal das duas tabelas lado a lado.

Entrada, FGTS e LTV: o dinheiro que você precisa ter

A entrada é o valor pago à vista no ato da compra. O LTV (Loan-to-Value) é a razão entre o financiado e o preço do imóvel. Uma entrada de 20% corresponde a LTV de 80% — o teto do SFH. Para cada 5% a mais de entrada, o banco tende a melhorar a sua taxa de juros em 0,1% a 0,3% ao ano, e você reduz significativamente o total pago.

O FGTS pode compor parte dessa entrada — desde que você cumpra três requisitos principais: ao menos 3 anos somados de trabalho formal com carteira assinada (não precisa ser no atual emprego); não ter outro financiamento ativo pelo SFH em qualquer lugar do Brasil; e o imóvel estar dentro do teto de R$ 1,5 milhão.

Durante o contrato, a cada 2 anos o FGTS pode ser usado de novo: para amortizar o saldo devedor, reduzir o prazo ou pagar até 80% das 12 próximas parcelas. Use o simulador de FGTS para conferir seu saldo estimado.

Custos acessórios: quanto se paga além do preço do imóvel

Quase todo comprador de primeira viagem subestima esse número. Somados, os custos acessórios representam entre 4% e 6% do valor do imóvel — e precisam sair do bolso, fora do financiamento:

Custo Valor típico Observação
ITBI 2% a 3% do imóvel Varia por município; alguns têm desconto na 1ª aquisição
Registro de imóveis ~1% do imóvel Tabelado por estado
Avaliação do imóvel R$ 500 a R$ 3.000 Cobrada pelo banco, paga pelo comprador
Tarifa de abertura R$ 0 a R$ 3.000 Depende do banco; negociável
Escritura pública Incluída no contrato Com alienação fiduciária, não há escritura separada

Exemplo: em um imóvel de R$ 500 mil, conte com cerca de R$ 20 mil a R$ 30 mil de custos acessórios que você precisa ter na conta além da entrada.

Seguros MIP, DFI e taxa administrativa

Todo financiamento imobiliário com alienação fiduciária obriga dois seguros mensais:

  • MIP (Morte e Invalidez Permanente): se o titular falecer ou ficar permanentemente incapacitado, o seguro quita o saldo devedor. Custa aproximadamente 0,03% a 0,08% ao mês do saldo devedor. Na prática, sobe com a idade do mutuário.
  • DFI (Danos Físicos ao Imóvel): cobre sinistros estruturais (incêndio, desabamento, explosão, alagamento). É um valor fixo ao mês, geralmente pequeno — R$ 20 a R$ 60 na maioria dos contratos.

A taxa administrativa é uma cobrança mensal pela manutenção do contrato, tipicamente R$ 25 a R$ 50. Não afeta o saldo devedor, mas entra no CET. Somadas, essas três linhas (MIP + DFI + taxa admin) podem representar 10% a 15% do total da parcela — não é um detalhe pequeno.

Comprometimento de renda e aprovação do crédito

A regra dos 30% é praticamente universal: a parcela inicial do financiamento não pode passar de 30% da renda bruta mensal do comprador (ou da soma de rendas, em caso de compra conjunta). O banco olha o seu contracheque ou declaração de IR como base.

Fórmula simples para saber o imóvel máximo que cabe no seu bolso:

Parcela máxima = Renda bruta × 30%
Valor financiado máximo ≈ Parcela × 100 (regra de bolso para SAC 360m @ 11% a.a.)
Valor do imóvel máximo = Valor financiado ÷ 0,80 (com 20% de entrada)

Exemplo: renda de R$ 12.000/mês → parcela máxima R$ 3.600 → financia ~R$ 360 mil → imóvel ~R$ 450 mil. Para calcular sua renda líquida com precisão (INSS e IRRF deduzidos), use a calculadora de salário líquido.

CET: o número que importa na hora de comparar bancos

O Custo Efetivo Total agrega em uma única taxa os juros, seguros, tarifas e demais encargos do financiamento. É obrigatório pelo Banco Central que o banco informe o CET — e é o único número confiável para comparar propostas.

Dois bancos podem anunciar a mesma taxa nominal (digamos, 10,99% a.a.), mas um ter CET de 11,8% e o outro, 13,2% — a diferença vem dos seguros e taxas. Em 30 anos, essa diferença se traduz em dezenas de milhares de reais. Sempre peça a planilha do CET em todas as propostas e escolha o menor.

Portabilidade e amortização extraordinária

Duas ferramentas pouco usadas que podem poupar muito dinheiro:

  • Portabilidade: você pode transferir o financiamento para outro banco sempre que encontrar taxa menor. É gratuita desde 2013, sem multa para o mutuário. Em períodos de queda de juros, revisar a cada 2 anos é prudente — a economia pode passar de R$ 100 mil em 30 anos.
  • Amortização extraordinária: sempre que sobrar dinheiro (13º, bônus, restituição do IR), vale pagar à frente. Você pode reduzir o prazo (mantém parcela, termina antes) ou reduzir a parcela (mantém prazo). A redução de prazo normalmente é mais vantajosa financeiramente.

Antes de usar dinheiro "extra" para amortizar, compare: o custo do seu financiamento (digamos, 11% a.a.) com o rendimento líquido do dinheiro se investido. Se você consegue render mais do que 11% líquido de IR em investimento seguro, pode ser melhor investir do que amortizar. Como o Tesouro e CDBs bons hoje rendem ~14% a.a. bruto (~12% líquido), a conta fica apertada — mas é uma análise válida.

Perguntas frequentes sobre financiamento imobiliário

Posso usar o FGTS como entrada?

Sim, desde que o contrato esteja dentro do SFH (imóvel até R$ 1,5 milhão em 2026), que você tenha ao menos 3 anos de carteira assinada somados — não precisa ser no atual emprego —, que não tenha outro financiamento ativo pelo SFH em qualquer região do país e que o imóvel seja residencial, urbano e para moradia própria. O FGTS também pode ser usado para abater saldo devedor a cada 2 anos e para pagar parte da parcela.

Qual o limite máximo de financiamento?

No SFH, o banco pode financiar até 80% do valor do imóvel (LTV máximo). A entrada mínima, portanto, é de 20% — somando dinheiro, FGTS e subsídios. Acima de 80%, o contrato sai do SFH e passa para o SFI, onde a taxa tende a ser maior. Em alguns programas específicos (como Minha Casa Minha Vida ou linhas digitais), bancos aceitam LTV de até 85% ou 90%, mas com análise de risco mais rigorosa.

Qual o percentual máximo da renda que posso comprometer?

Praticamente todos os bancos limitam a parcela a 30% da renda bruta familiar — regra prudencial adotada de forma ampla no mercado. Alguns aceitam até 35% em perfis específicos (renda alta e emprego estável), mas o recomendado é ficar confortavelmente abaixo de 30% para deixar espaço para imprevistos, reajustes anuais e a própria evolução do custo de vida.

O que são MIP e DFI?

MIP (Morte e Invalidez Permanente) é o seguro que quita o saldo devedor caso o mutuário titular faleça ou se incapacite de forma permanente. DFI (Danos Físicos ao Imóvel) cobre sinistros estruturais — incêndio, desabamento, alagamento. Ambos são obrigatórios em qualquer financiamento imobiliário com alienação fiduciária e são cobrados mensalmente dentro da parcela. Juntos, tipicamente custam entre R$ 50 e R$ 200 por mês.

O que é CET e por que comparar?

CET (Custo Efetivo Total) é a taxa única que reúne juros, seguros, tarifas e demais custos do financiamento. Dois bancos podem oferecer juros nominais iguais mas CETs bem diferentes — porque um pode cobrar seguros mais caros ou taxas administrativas maiores. O CET é a única forma confiável de comparar propostas, e por lei todo banco é obrigado a informá-lo no resumo do contrato.

SAC ou Price: qual escolher para financiamento imobiliário?

No Brasil, o SAC (Sistema de Amortização Constante) é o padrão para imóveis — pratica quase todos os contratos de bancos grandes. O SAC tem parcelas decrescentes (começam mais altas) e total de juros menor. O Price tem parcelas fixas, previsíveis, mas custa mais no total. Para quem vai pagar até o fim, SAC geralmente é melhor; para quem planeja quitar em poucos anos, a diferença fica menor.

Quanto preciso pagar além do preço do imóvel (custos acessórios)?

Os custos acessórios somam tipicamente de 4% a 6% do valor do imóvel. Os principais são: ITBI (Imposto de Transmissão, ~2% a 3% conforme o município), registro de imóveis (~1%), escritura pública (se não for por instrumento particular do banco), avaliação do imóvel pelo banco (R$ 500 a R$ 3.000) e tarifa de contratação. Um imóvel de R$ 400 mil pode gerar mais R$ 16 mil a R$ 24 mil só nesses custos.

Posso transferir meu financiamento para outro banco (portabilidade)?

Sim, desde 2013 a portabilidade de crédito imobiliário é garantida por lei e gratuita. Se outro banco oferecer taxa menor, você pede ao seu banco atual a CIP (Carta de Informação para Portabilidade), apresenta ao banco novo, e ele quita o saldo devedor pelo valor informado. Você não paga nenhuma multa por essa mudança. Vale fazer a cada 2 a 3 anos — em cenários de queda de juros, a economia pode passar de R$ 100 mil em 30 anos.

Minha Casa Minha Vida tem juros menores?

Sim — é uma das suas principais vantagens. As faixas do MCMV em 2026 oferecem juros entre 4,5% e 9% ao ano (contra ~10% a 12% do SFH convencional), com subsídio direto para quem tem renda familiar de até R$ 8.000/mês. A Faixa 1 (até R$ 2.850) tem o maior subsídio. Além disso, permite financiar em 360 meses com entrada reduzida e uso integral do FGTS.

Usar FGTS para amortizar durante o contrato vale a pena?

Na maioria dos casos, sim — especialmente para reduzir o prazo. A cada 2 anos você pode usar o FGTS para abater até 80% do valor das 12 próximas parcelas ou reduzir o saldo devedor. Como o FGTS rende TR + 3% a.a. (abaixo da inflação média), e o seu financiamento cobra 10% a 12%, sai mais barato antecipar o pagamento. Confira no simulador de FGTS o saldo que você já tem.

O que é pro-solutum e pro-solvendo?

Pro-solutum é a forma tradicional: a alienação fiduciária quita-se junto com o pagamento total do saldo devedor. Pro-solvendo (mais raro em imóveis) seria pagar o valor acordado mas manter o vínculo até formalização adicional. No Brasil, ~100% dos financiamentos imobiliários são pro-solutum via alienação fiduciária — o imóvel fica em nome do banco até a quitação, e só então vai para o seu nome.

Devo comprar o imóvel sozinho ou em conjunto com cônjuge?

Comprar em conjunto tem duas vantagens principais: soma de rendas para aprovação (permite comprar imóvel mais caro) e divisão formal da propriedade. As desvantagens envolvem casos de separação (o imóvel precisa ser vendido ou comprado pela outra parte) e divisão do patrimônio. Casais em comunhão parcial de bens já tratam o imóvel como de ambos, mesmo com só um no contrato. Em união estável, vale registrar em cartório para segurança jurídica.

Vale a pena financiar em 35 anos?

O prazo máximo de 35 anos reduz bastante a parcela inicial — e ajuda a caber no 30% da renda. Em compensação, você paga mais juros ao longo do tempo. Mas duas coisas mitigam isso: primeiro, a parcela perde valor real com a inflação ao longo dos anos; segundo, a portabilidade e a amortização extraordinária permitem encurtar o prazo. Na prática, raríssimos contratos de 35 anos chegam ao fim — a maioria termina em 10-15 anos.

Quanto pago de IR ao vender um imóvel financiado?

O ganho de capital (diferença entre preço de venda e preço de compra) é tributado em 15% pelo IR, a não ser que você se encaixe nas hipóteses de isenção: imóvel único abaixo de R$ 440 mil vendido a cada 5 anos; uso do valor da venda para comprar outro imóvel residencial em até 180 dias; imóveis comprados antes de 1969. O pagamento é via DARF até o último dia útil do mês seguinte à venda.

Financiar vale a pena ou é melhor alugar e investir a diferença?

Depende do cenário e do perfil do comprador. Em cenários de juros baixos e valorização forte do imóvel, financiar tende a ser melhor. Em juros altos com valorização fraca, aluguel + investimento pode superar. Nossa calculadora comparativa faz a conta completa incluindo valorização, custo de oportunidade e despesas acessórias — mais confiável que o achismo popular.

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Autor: Equipe Editorial CalculeOnline

Última revisão: 14 de maio de 2026

Fórmulas verificadas contra fontes oficiais. Consulte a metodologia para detalhes sobre cálculos e referências.


Aviso: os resultados têm caráter educativo e informativo. Podem não refletir condições específicas de contratos, casos individuais ou decisões judiciais. Para escolhas com impacto financeiro, jurídico, contábil ou de saúde, consulte um profissional qualificado.